terça-feira, 2 de novembro de 2010

Boo!




Sempre à procura de uma desculpa para juntar os amigos, adoptámos o Halloween como festejo anual lá em casa.

Houve abóboras, uma batalha de monstros da cozinha (Chef Roh vs. Chef Teco Oliver) e até o Gaspar pregou um susto-rosnado à Molly.

Para o ano há mais vººV e até já estamos a investigar novos looks.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Sem dó, na Piedade.



Este domingo cumprimos um 2 em 1: rumámos a Santarém para almoçarmos na Feira da Gastronomia e antes passámos pela Feira da Piedade, que infelizmente já estava no fim.

Por mais que goste de visitar estas feiras cheias de coisas tão diferentes do meu dia-a-dia, fico sempre triste quando vejo animais que, aqui, não são vendidos para serem mimados por crianças.

Lembro-me sempre do Pato Mudo que há muitos anos, a minha avó comprou por lá também. E apesar de me ter afeiçoado a ele e dele me seguir para todo o lado (já na altura eu torrava a paciência aos meus Pais para termos um cão), o destino do pato não foi diferente dos restantes. Com a diferença de não ter assistido ao fim dos outros, mas deste... o meu, teve direito a deferência quando chegou a Lisboa. "Está aqui o Pato da Inês, já congelado".

Pumba, vai buscar. Quase 30 anos depois, ainda me lembro.

domingo, 24 de outubro de 2010

O Príncipe da Pérsia

Já é suficientemente agri-doce apercebermo-nos que há medida que os anos passam, começamos a gostar de coisas que enquanto miúdos odiávamos: peixe cozido, ler livros que não são obrigatórios, jazz e aquele tapete horrível da sala de jantar.

É o PDI. Mas nem é necessariamente mau.

Mau mesmo é finalmente gostar e ter um persa (calma, está muito longe da mesa de jantar) e o primeiro a usufruir dele, é o cão.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Campanha CK + Twin Shadow

Quando as grandes marcas arriscam, são censuradas. Mas ainda bem que passaram uns anos e artistas com Mr. George Lewis Jr. se inspiram no que o lápis azul dos media não nos deixa ver.

O álbum Forget de Twin Shadow tem rodado a miúde e aqui pel'A Vida é Belga tem faltado boa música.

PS.: Many thanks ao meu Doppelgänger, por me ter passado este disco.



segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Arte Sem Abrigo

Não por ser criada por vagabundos, mas porque não precisa de estar numa galeria para ser contemplada. Está à vista de todos, mas nem todos a vêem. Tal como os homeless.

Colectivo ARM (RAM & MAR) na Av. Liberdade e Cargaleiro no elevador do Rato.

O sangue novo em ebulição com o clássico, neste caldeirão chamado Lisboa. E cheira bem.